O passo a passo de uma terapeuta ocupacional com 13 anos de clínica (e mãe de criança com seletividade alimentar) para você saber exatamente o que fazer na hora da refeição.
Você prepara o almoço para a família inteira, mas já sabe que para ele(a) vai ser arroz branco e a única carne que aceita. Se misturar o feijão no arroz, ele não come. Se a carne tiver “pedacinho,” ele cospe. Se come, são poucas colheradas, e o resto vai fora.
“Todo dia a mesma coisa. Todo dia o mesmo prato.”
A família toda junto no almoço de domingo: seu filho não toca em nada. Sua mãe, sua sogra, sua tia, todo mundo dá palpite: “Deixa com fome que ele come,” “Na minha época não tinha isso,” “Você que dá mole demais.” Você engole e sorri, mas por dentro quer gritar.
“Todo mundo acha que é frescura.”
De noite, com as crianças dormindo, você abre o celular, pesquisa “criança que não come o que fazer”… encontra 200 resultados, dicas genéricas, cada profissional diz uma coisa diferente… Você fecha o celular mais confusa do que quando abriu. No outro dia, tenta a nova “dica”, mas ela não funciona e você volta à estaca zero.
“Eu já tentei de tudo. Eu não sei mais o que fazer.”
Eu sei o que você sente. Aquele nó no estômago toda vez que a hora da refeição se aproxima. O desespero de ver seu filho recusar comida e não saber se ele está com fome, se está sofrendo, se você está fazendo algo errado.
A culpa. A solidão.
A sensação de que nada do que você faz é suficiente, mesmo que você já tenha feito de tudo: pesquisou, levou no pediatra, talvez na nutricionista, tentou receitas novas, tentou não forçar, tentou insistir.
Fez tudo que sabia fazer e o que disseram para fazer, mas nada deu certo.
Mãe, você não falhou com a sua criança…
A maioria das orientações que você recebe foca no cardápio: o que oferecer, como montar o prato, quais nutrientes priorizar. Mas se o seu filho recusa tudo que está no prato, o cardápio não resolve. Trocar o brócolis pelo espinafre não muda nada se a raiz do problema está em outro lugar.
Por que o seu filho se comporta assim com a comida. São 5 causas possíveis, e quando você sabe qual delas está agindo, aquilo que parecia confuso começa a fazer sentido.
Qual é o perfil alimentar do seu filho e qual é o seu perfil como mãe/pai à mesa. A dinâmica da refeição tem dois lados, e quando você enxerga os dois, sabe exatamente por onde começar.
Estratégias práticas de aproximação, rotina e conexão que você aplica em casa, no seu ritmo, sem depender de consultório. O que fazer e o que não fazer quando ele(a) recusar.
Esse caminho foi construído por uma terapeuta ocupacional com 13 anos de clínica, centenas de famílias atendidas, e uma filha com seletividade alimentar.
A ciência por trás da recusa alimentar
Os dois lados da mesa: você e seu filho
As 5 causas da seletividade alimentar
O que fazer em casa
Cada tentativa de introduzir algo novo termina em choro, careta ou recusa total. Você sabe que precisa mudar, mas não sabe por onde começar.
Só aceita determinada marca, temperatura, textura. Você já faz terapias e na hora de comer está sozinha. Precisa de alguém que entenda integração sensorial de verdade.
Ele até come, mas você vive contando colheradas, comparando com outras crianças, sentindo que nunca é suficiente. O programa vai te ajudar a calibrar o olhar e agir com mais leveza.
Tirou um peso das minhas costas quando entendi que a responsabilidade da alimentação tbm é dele, que ele decide o que entra na boca dele… agora tenho como argumentar quando me dizem “deixe ele com fome que ele vai comer”
A minha angústia é por ele não experimentar o que EU quero na hora que EU quero… Aprendi demais a ser mais tranquila e respeitar os limites, prazos, gostos e até a personalidade do meu filho.
Moro no interior da Paraíba, não existe profissionais nessa área na minha cidade. Ninguém fala sobre os pilares da alimentação, exercícios para desenvolver mordida… Foi uma oportunidade maravilhosa.
Já passei por diversos médicos e nenhum me orientou da maneira que deveria. O desafio me fez ver que para meu filho ter algum ganho sou EU que irei ajudá-lo.
Estratégias para potencializar o desenvolvimento usando o que você já tem em casa.
15 minutos para cuidar de você antes de cuidar do prato do seu filho.
As dúvidas mais frequentes sobre déficits nutricionais, respondidas por quem entende.
Grupo com outras mães que vivem a mesma coisa + suporte para dúvidas.
Eu sou a Bárbara Moura, terapeuta ocupacional e especialista em alimentação infantil. Já atendi centenas de crianças com seletividade alimentar no meu consultório, mas o que mudou a forma como eu ensino não foram os meus títulos, foi a minha filha.
Porque quando a seletividade alimentar chegou dentro da minha casa, eu entendi o que nenhuma formação tinha me ensinado: o que é estar do outro lado da mesa. O desespero de ver seu filho recusar comida e não saber se ele está com fome, se está sofrendo, se você está fazendo algo errado. A culpa. A solidão. Aquele nó no estômago toda vez que a hora da refeição se aproxima.
O Pratinho Feliz nasceu disso: da clínica e da cozinha, do conhecimento técnico e da vivência de mãe.
Eu construí esse programa para que você tenha acesso a tudo que eu gostaria de ter tido quando comecei.
Eu sei que você já investiu em coisas que não funcionaram: consultas que geraram uma lista de alimentos que seu filho nunca vai comer, livros que ficaram na estante… e eu sei que isso tudo pesa na hora de decidir.
Por isso, o risco é todo meu: você entra, assiste às aulas, aplica o que aprender. Se em 30 dias sentir que o programa não era para você, manda um email e eu devolvo 100% do seu pagamento.
Dessa forma proporcionar refeições sem brigas, com alimentos variados e de forma praticamente definitiva.
Cada criança tem seu tempo. Algumas famílias percebem mudanças nas primeiras semanas. O que muda imediatamente é a sua compreensão e a sua postura à mesa.
A maioria dos nutricionistas foca no cardápio. Mas se a criança recusa tudo, o cardápio não resolve. O Pratinho Feliz trabalha o que vem antes do cardápio: por que a criança recusa e como criar as condições para que ela aceite explorar.
Gravadas. Você assiste no seu ritmo. A maioria das aulas tem menos de 20 minutos.
30 dias para assistir e decidir. Se sentir que não era para você, mande um email e devolvemos 100% do valor.
Não. O programa te dá conhecimento e ferramentas para agir em casa, mas não substitui avaliação ou tratamento individualizado.
R$ 197 à vista ou 12x de R$ 21 · Garantia de 30 dias